Pregue, e se for preciso, use palavras. (Agostinho)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Domingo da Igreja Perseguida - Atenção!


Neste ano, o dia 07 de junho fora escolhido como dia nacional da Igreja Perseguida, e estaremos celebrando este dia de oração e conscientização com afinco, visão e determinação.

Contamos com sua participação!

07/06/2009

as 10 horas

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

"ACHE TEMPO, ANTES QUE O TEMPO SE PERCA DE VOCÊ..."


Alguém certa vez escreveu o que leremos abaixo:

“ Amo a Deus e a Sua Palavra, mas não tenho tempo para orar, nem para ler as Escrituras.

Amo minha família, mas não tenho tempo para eles.

Tenho que trabalhar, para colocar o pão de cada dia em nossa mesa.

Tenho que me aprimorar para ser um melhor profissional, para me manter no mercado de trabalho.

Sei que minha esposa cobra a minha presença, como nos tempos de namoro.

Meus filhos não me conhecem bem, talvez eu seja um pai ausente, uma mãe ausente. Mas não tenho tempo!

Amo minha Igreja, mas não tenho tempo para estar nos cultos. Eles demoram muito, e meu tempo é precioso.

Gostaria de ter ministérios, mas não posso me comprometer, pois não tenho tempo.

Amo meus pais, pena que não posso estar mais próximo deles. Tudo pela falta de tempo.

Alguém pode me achar um filho ingrato, mas, o dia só tem 24 horas!!!

Amo quem sou, pois foi o Criador que assim me fez. Sei que não trato a minha saúde como deveria.

Às vezes sinto dores estranhas, mas vou “empurrando com a barriga”.

O motivo? Não tenho tempo. Afinal, as dores passam, deve ter sido uma virose... ”


O Profeta Isaías alerta – 55:6 – “Buscai o Senhor enquanto se pode achar!”

O Senhor Jesus avisa – Marcos 13:33 – “Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.”

O Apóstolo Paulo diz – I Cor.7:29 – “Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia...”


Queridos, espero que esse não seja o retrato de sua vida. Observe que temos tempo para aquilo que queremos. Se não temos tempo para Deus, para a família, para nossos pais, e também para a Igreja, significa que eles não são importantes para nós. Ou quem sabe realmente não os amamos. E, se não cuidamos de nossa saúde, não amamos nem a nós mesmos...

Aproveite e faça uma reflexão sobre o seu tempo. E coloque as prioridades certas, antes que seja tarde.


Que o Senhor nos abençoe, nos incomode e nos dê a Sua Visão,


Pr Delcio Steindl

quinta-feira, 21 de maio de 2009

"There Is Always A Song" - Compassionart

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vem aí....




1ª Conferência Missão Transformação


EM 2009

Aguardem maiores informações

Ps.: Cartaz da Conferência missionária Em toda a terra, em que foi dada início a visão.


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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Quando ignoramos as crianças nos tornamos responsáveis pelas consequencias ruins que as cercam.

Por: Raquel Almeida.


Estive recentemente em um congresso realizado pela igreja Missão Betesda, na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro, para líderes de crianças. Tive o privilégio de representar o Diante do Trono ministrando os temas: “Infância, uma terra fértil” e “Como impedimos as crianças de se achegarem a Jesus”. Para quem pensa que um evento desse tipo é recheado apenas de brincadeiras e coisas de crianças, se engana. É claro que tivemos um tempo de cantar e dançar, foi muito divertido, mas Deus fez grandes coisas naqueles dias! E com base no que vivi ali que gostaria de abordar esse tema, que considero tão relevante: a importância do ministério infantil.
A fome do diabo pelas crianças é insaciável. Ele sabe o potencial dos pequeninos, por isso tenta impedi-las de conhecerem a Jesus. A Bíblia nos mostra muito claramente como Jesus as ama e se importa com elas e nos desperta para este chamado.
Chega de desprezá-las! As crianças são membros do corpo de Cristo. É tempo de investir no ministério infantil, em obediência a palavra de Deus: “Ide, por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15). Toda criatura, inclui as crianças.
Sabemos que a base da personalidade das crianças é formada logo nos primeiros anos de vida. Assim como elas estão abertas para conhecer a Jesus, também estão para o mal.
“Até a criança mostra o que é por suas ações; o seu procedimento revelará se ela é pura e justa.” (Provérbio 20.11)

As crianças sempre foram alvos do diabo, pois ele sabe a importância de investir nesta fase da vida do ser humano. Podemos ver isso no livro de 2 Reis que conta histórias de Reis que começaram a reinar ainda crianças. Eles governaram de acordo com a influencia que receberam. Vale conferir a história de Manassés, um menino de apenas 12 anos, que influenciado pelas mentiras de Satanás, praticou o mal mais do que qualquer outro rei antes dele (2 Reis 21.1). A História de Josias foi diferente, ele começou a reinar com oito anos e fez o que era reto diante do Senhor, escolhendo andar nos caminhos de Davi (2 Reis 22.1).
Nossas crianças estão precoces, parece que a inocência está acabando mais cedo. A mídia é fortemente explorada pelo inimigo, sendo uma forte aliada para destruir a infância. Não é fácil! As pressões sempre foram e serão grandes, mas “maior é o que está em vós, do que aquele que está no mundo” (I João 4.4).
Diante disso e muito mais entendo que o evangelismo deve ser prioridade nas igrejas. Todos precisam de Cristo, começando pelas crianças.
De acordo com pesquisas o resultado efetivo de um trabalho realizado com crianças é de 90%. Mas infelizmente é investido apenas 10%. Desperta Igreja! As crianças precisam de nós. Somos responsáveis por elas. Somos responsáveis pelo crescimento da pedofilia, do abuso sexual desenfreado, pela violência, pelas torturas, pelo trabalho infantil que as escraviza. Quando somos omissos, não amamos de uma forma que elas entendam, quando não somos compromissados com elas e com a Palavra, quando como Igreja as ignoramos e as relegamos “às salinhas” para não atrapalhar os pais, quando não desenvolvemos um trabalho focado e adaptado à linguagem, nos tornamos responsáveis pelas conseqüências ruins que acabam acontecendo.
Acorda! É tempo de valorizar os líderes de crianças, de darmos suporte a eles. É tempo de sustentarmos e cuidarmos dos missionários espalhados pelo mundo, que dão suas vidas para evangelizarem as crianças, obedecendo ao chamado de Deus.
Peçamos perdão a Deus por termos impedido que as crianças se achegassem a Jesus. Pelo tempo em que as abandonamos. Pelo tempo em que a educação ficou por conta da TV. Por termos permitido que os amigos delas fossem os virtuais. Pelo descaso com o ministério infantil. Por termos permitido que o mundo investisse tanto nelas através de jogos, brinquedos, livros, filmes etc.
“Os Samuéis e Salomões da igreja se tornam sábios em sua juventude.Os Davis e Josias são maleáveis de coração quando têm pouca idade.Leia acerca da vida da maioria dos ministros eminentes e você com freqüência descobrirá que sua história como cristãos começou bem cedo.”
(Charles Spurgeon)



Fonte: http://www.diantedotrono.com.br/MATERIA/lst_materia.asp?nCodMateria=1333

terça-feira, 12 de maio de 2009

Bendize, ó minha alma, ao Senhor!



1) - BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.

2) - Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.

3) - Ele é o que perdoa todas as tuas iniqüidades, que sara todas as tuas enfermidades,

4) - Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,

5) - Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

6) - O SENHOR faz justiça e juízo a todos os oprimidos.

7) - Fez conhecidos os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel.

8) - Misericordioso e piedoso é o SENHOR; longânimo e grande em benignidade.

9) - Não reprovará perpetuamente, nem para sempre reterá a sua ira.

10) - Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos recompensou segundo as nossas iniqüidades.

11) - Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.

12) - Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.

13) - Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem.

14) - Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.

15) - Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.

16) - Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido.

17) - Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;

18) - Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir.

19) - O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.

20) - Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra.

21) - Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais o seu beneplácito.

22) - Bendizei ao SENHOR, todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio; bendize, ó minha alma, ao SENHOR.


Fonte: Salmo 103 - Bíblia Hábil


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Quem é você? - por Helena Tannure


Tenho percebido algo curioso observando a igreja. Quando falo igreja, não me refiro apenas à noiva de Cristo, mas à instituição que reúne discípulos verdadeiros e simpatizantes do evangelho. O que tenho observado é a diferença entre eles. Gostaria de enumerar aqui algumas destas diferenças a fim de que, juntos, possamos fazer uma reflexão de em qual dos perfis nos encaixamos. Então vamos lá:

1. Simpatizantes vêem seu envolvimento na igreja como serviço comunitário, mas discípulos vêem como ministério.

2. Simpatizantes queixam-se do quanto vai custar servir, mas discípulos verdadeiros estão comprometidos com o serviço.

3. Simpatizantes recuam quando se trata de resolver conflitos de relacionamento, mas discípulos verdadeiros procuram resolver tais conflitos em nome da unidade da Igreja.

4. Simpatizantes não estão abertos a críticas e adotam uma atitude defensiva diante delas, mas discípulos verdadeiros recebem as críticas e procuram aprender com ela, pois desejam ser o melhor que podem ser.
5. Simpatizantes sentem-se ameaçados pelo talento de outros, mas discípulos verdadeiros louvam a Deus por distribuir dons e talentos conforme sua vontade.

6. Simpatizantes querem desistir ao primeiro sinal de adversidade ou desânimo, mas discípulos verdadeiros perseveram.
7. Simpatizantes não conseguem lidar com pressões, mas discípulos verdadeiros respondem ao seu chamado com uma humilde dependência de Deus.
8. Simpatizantes encontram sua principal fonte de realização em seus talentos e habilidades, mas discípulos verdadeiros sabem que serem usados por Deus é a experiência mais recompensadora que se pode ter na vida.
Sou professora do CTMDT – Centro de treinamento Ministerial Diante do Trono - e durante a ministração da matéria “Coração do Artista”, eu e meus alunos discutimos estas diferenças, mas, como já disse a vocês, a observação tem me ensinado uma dura realidade: Existem muitas pessoas disfarçadas de discípulos verdadeiros ou até mesmo enganadas a respeito de si mesmas, mas, na verdade, são simpatizantes do evangelho. Acham tudo muito bonito, muito legal, muito agradável, mas quando é necessário negar a si mesmos, sua verdadeira natureza surge.E você? Pense um pouco e releia os pontos acima e responda pra você: Discípulo verdadeiro ou simpatizante do evangelho?
Helena Tannure

--> Helena Souza Gonçalves Tannure integrao o Ministério de Louvor Diante do Trono, professora do CTMDT, Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono, onde ministra aulas nas matérias "Arte na Adoração" e "Coração do Artista", ambas, disciplinas do curso de Louvor e Adoração e também participa do Ministério de Intercessão da igreja Batista da Lagoinha.

Fonte: http://blog.clube700.com.br/2009/04/08/quem-e-voce/
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Especial - 100



Em breve aqui no blog!
Foto: consagração ao ministério Pastoral em 04/04/2009.

Sobre as águas!



Após participarem de um dos mais fortes milagres de Jesus (a multiplicação de pães e peixes) os discípulos recebem a ordem de “passar para o outro lado” (vs 19-22) e seguir a diante. Hoje o Senhor nos traz uma visão particular sobre esse texto. Somos discípulos de Jesus. Nós o seguimos e o servimos. Fomos escolhidos por Ele para sermos usados de alguma maneira, produzindo um fruto especial (Jo 15.16). Um fruto permanente, ou seja, não podemos estacionar a vida na lembrança de um bom momento passado. Nossa árvore não pode cessar de dar frutos. Há mais de Deus para recebermos dele e mais de nós para darmos a Ele!

No verso 24 lemos que o barco estava longe e um vento contrário fazia com que ele fosse açoitado pelas ondas. Prosseguir é difícil. Tanto que na Bíblia está cheia de incentivos à perseverança (Lc 8.15, 21.19, Rm 2.7, Ef 6.18 e Cl 1.11). Quantas vezes vivemos a mesma situação dos discípulos: mesmo obedecendo a Deus e fazendo sua vontade, nossa vida é açoitada pelas ondas geradas por ventos contrários. As dificuldades nos sufocam e a sensação é de cansaço. Alma dolorida por causa dos açoites.

Veja como Deus sabe o que precisamos antes que clamemos (Mt 6.8). Na hora da tormenta, Jesus saiu de onde estava (v 23) e foi espontaneamente ao encontro deles andando sobre as águas (v 25). Jesus é o socorro bem presente na hora da angústia (Sl 46.1)! Mas qual foi a reação deles? Pavor! Porque aos olhos deles parecia ser um fantasma. Isso me lembra a história de um homem que estava se afogando. Veio um barco salva vidas, um helicóptero de resgate e ele não quis nenhum dos dois alegando que Jesus o salvaria. Ele morreu. Ao se encontrar com Jesus reclamou não ter sido ajudado quando mais precisou. E Jesus lhe respondeu: enviei um barco e um helicóptero e não quisestes.

O importante é ser salvo, seja qual for o resgate enviado pelo Senhor. Mas nossa carne além da vitória quer escolher a maneira como ela vai se apresentar a nós.Eu creio que Deus não deseja que sejamos um piloto automático na fé. Não se trata de sorrir para o fantasma. Tem coisas que realmente não podemos compreender sozinhos. Mas é buscar a revelação no Senhor. Pedro fez isso. Jesus disse: “Sou eu”. Pedro respondeu: “Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas” (v 27 e 28). Entende? Eu até posso me assustar, mas devo clamar: “Senhor, se tens propósito nessa dor, se o meu socorro está diante dos meus olhos e eu não consigo enxergar, dá-me condições de sobreviver e caminhar acima das tormentas!”

Pedro teve resposta imediata: “E ele disse: Vem! E Pedro... andou por sobre as águas e foi ter com Jesus”. Quando vamos, frutificamos e permanecemos, tudo que pedimos nos é concedido (Jo 15.16).

Vamos ousar andar sobre as águas! Seguir o destino traçado por Deus, protegidos por Ele de toda ventania. Nele sempre poderemos andar sem parar. Quem firma os nossos passos não é a dureza do chão, mas a Palavra de vitória do Autor da vida que nos estende suas mãos.

Carinhosamente em Cristo,

::Por Thais Monteiro Brum
Líder de Louvor e Adoração na Igreja Metodista em São Pedro de Alcântara – Pádua/RJ




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segunda-feira, 4 de maio de 2009

DIP


Domingo da Igreja Perseguida

Em breve maiores informações!!!

Escola para as Nações

Atenção alunos, o módulo sobre contextualização, está no seu término e novos arquivos já se encontram disponíveis para consulta e download.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Convite Especial!!


Olá queridos amigos, tenho o prazer de convida-los para participar deste culto de celebração ao Senhor e consagração ao Rei dos reis.
Conto com a sua presença!
Abçs

Bendito seja o Senhor!

"Bendito seja o Senhor, porque me ouviu as vozes súplices!
O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meucântico eu o louvarei.
O Senhor é a força do seu povo, o refúgio salvador do seu ungido."
Salmo 28. 6-8


terça-feira, 17 de março de 2009

Pensamento

"Os justos florescerão como palmeira, crescerão como cedro no Líbano"
Sl.92:12
As palmeiras são belas e úteis, mas seu desenvolvimento é bem lento,30 anos em média, em compensacão sua durabilidade chega a 200 anos.
Não se importe com o tempo de lapidacão, só não esqueca que a palmeira tem que florescer.!
Pra. Silvania Belizario

quinta-feira, 12 de março de 2009

Agradecimentos!

Olá povo, quero agradecer alguns visitantes de longe que tem aparecido aqui no blog, pessoas não só do Brasil mas até da nossa querida Índia, não esquecendo o povo de Estocolmo, Nice, Servia, Córdoba, E.U.A., etc...

Estamos muito felizes pela participação de vocês aqui no blog, e espero que o Senhor os abençoe grandiosamente.

Shanti, Paz, Peace, etc..

Uma entrevista especial - Russel Shedd


Em 2001, durante uma conferência no Rio de Janeiro, pude conhecer pessoalmente uma pessoa que antes um ícone, pude perceber algo que o mundo tem sentido falta em nós cristãos, a humanidade e a simplicidade, tais coisas de maneira mesmo que rápida pude notar nesse senhor, que com muita simpatia tirou até foto com a turma que estava reunida.

Segue abaixo, alguns trechos de uma entrevista com Russel Shedd

Russel Shedd fala sobre modismos

Russell P. Shedd é PhD em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo, Escócia, fundou a Edições Vida Nova há 44 anos e é consultor da Shedd Publicações. É também missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil com sede nos EUA, já lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, viaja pelo Brasil e exterior fazendo conferências em congressos, igrejas, seminários e escolas de Teologia e é membro da Igreja Batista do Jardim Consórcio, em São Paulo.
Esse doutor em conhecimento e humildade, é autor de vários livros já bem conhecidos (veja box) e tem ainda uma Bíblia com seu nome, onde escreveu os comentários de rodapé. No dia 10 deste mês, pastor Shedd completa 77 anos. A ele dedicamos estas páginas para que, através de suas palavras de esclarecimento e ensino, o leitor também seja presenteado. De volta à sua casa, foi edificante notar que cinco anos se passaram e esse amigo e colunista continua repleto de excelentes palavras para oferecer. Saí de lá pensando: “Como o mundo precisa de gente assim! Como a gente cresce ao conversar com esse homem!”

ENFOQUE – Há mais de 40 anos no Brasil, como contempla o panorama da teologia no país? Que diferenças percebe entre o período de sua chegada ao país e os dias de hoje?
SHEDD – Uma das mais notáveis diferenças que observo é a imensa abertura para a existência de denominações e grupos evangélicos diferentes. Antes o cenário era bem definido, com paredes altas para que ninguém saísse de tal igreja e fosse para outra diferente. Quando cheguei ao Brasil em 1962, foi justamente no período em que as denominações estavam se dividindo por causa da força do pentecostalismo. Os tradicionais não aceitavam muito e um pastor não admitia que sua ovelha fosse para uma igreja da Assembléia de Deus, por exemplo.

ENFOQUE – Ou seja, na época não havia muita tolerância com o diferente?
SHEDD – Exatamente. Hoje, a liderança é mais tolerante, mais aberta. Talvez seja o espírito pós-moderno que permite diferentes opiniões e idéias. Eu tenho a minha, você tem a sua e vamos conviver. Não dá para excluir tudo só porque não há concordância. Essa é uma diferença que impressiona. Antes, havia batistas, presbiterianos, metodistas bem definidos e era quase uma transgressão migrar de uma denominação para outra, principalmente se era para uma igreja pentecostal.

ENFOQUE – Mas hoje a abertura tem relação com os grupos religiosos tanto quanto com as manifestações nas igrejas, não acha?
SHEDD – Sim, antes não se batia palmas em uma igreja batista, por exemplo. As pessoas não levantavam as mãos em igrejas mais tradicionais. Falar em línguas e presenciar manifestações divinas eram experiências apenas dos ambientes pentecostais.

ENFOQUE – Por que razão acha que essas mudanças acabaram acontecendo?
SHEDD – Acho que há várias razões: o espírito da pós-modernidade, a capacidade do homem em se adaptar e se adequar, e a ação do Espírito Santo. Acho que hoje já caiu a idéia de que uma igreja é absolutamente certa, que a tradução bíblica que recebi é absolutamente certa e os outros estão absolutamente errados. Eu me lembro que nos reunimos na Faculdade Teológica a fim de considerar que todas as denominações têm alguma coisa para nos ensinar. Mas isso não foi aprovado. Era 1963. Tais coisas também aconteciam por causa do orgulho que nós herdamos.

ENFOQUE – Como percebeu as conseqüências desse orgulho?
SHEDD – Veja quanta coisa ocorreu com os batistas a fim de nos humilhar. Aconteceram quedas morais, financeiras, administrativas. Instituições quebraram, bens se perderam etc.

ENFOQUE – Que análise faz desse novo cenário de igrejas que se formou, com o surgimento de tantas denominações novas como a Universal do Reino de Deus, Igreja da Graça, Sara Nossa Terra? O que isso desencadeou?
SHEDD – Entendo que podemos aceitá-los como irmãos. Por que temos que combatê-los como hereges?

ENFOQUE – O senhor acha que tudo isso trouxe um pouco de confusão do que significa ser evangélico hoje?
SHEDD – Há mais de 30 anos, o Evangelho era muito definido aqui. Existiam presbiterianos, batistas, metodistas e congregacionais. E a Assembléia de Deus era marginalizada. Agora a situação mudou completamente. Os países do chamado Primeiro Mundo estão muito mais fragilizados espiritualmente do que aqui, ainda que muita gente não reconheça. Eles perderam a fé. Pelo menos, a Universal coloca em todos os lugares que “Jesus Cristo é o Senhor”. Enquanto na Alemanha, por exemplo, ser pastor é uma profissão. Há igrejas lá em que no estatuto está escrito que o pastor tem que ser crente.

ENFOQUE – E quem é marginalizado hoje?
SHEDD – A Universal ainda é, com certeza, discriminada por grande parte dos evangélicos. E uma das razões é que eles não procuram a gente, não participam de nenhum evento nosso. Parece que não querem se chegar. É mais ou menos como era a Assembléia de Deus nos anos 60, época em que eu nunca recebia convite da denominação para pregar. Hoje, quase um terço das minhas conferências são nas Assembléias de Deus.

ENFOQUE – Como avalia o desenvolvimento do mercado editorial no Brasil?
SHEDD – Sabemos que a cultura brasileira não é de leitura, é de televisão. Poucos aqui lêem e, mesmo assim, a leitura feita por evangélicos só aumenta. As pessoas se interessam mais, compram mais livros, procuram títulos novos, buscam assuntos. E as editoras investem. Ninguém está jogando dinheiro fora. E os preços dos livros no Brasil não são baratos. Se o público compra é porque interessa.

ENFOQUE – Como acha que a igreja pode transformar quantidade em qualidade, já que o percentual de evangélicos só aumenta no país?
SHEDD – Fazer isso é complicado pelo simples fato de que não há nenhum controle. Ninguém pode controlar a vida e as atitudes de ninguém. Penso que o importante é que existam boas escolas teológicas, melhor preparo para a liderança; que existam líderes de referência e boa literatura para as pessoas que não estejam satisfeitas com o que têm recebido e desejam algo mais substancial. Que haja, pelo menos, uma ação.

ENFOQUE – Logo, é preciso contrapor um Evangelho que tem sido muito superficial, não?
SHEDD – Sim, mas não apenas com campanhas disso ou daquilo. Acho que o caminho deve ser bíblico, buscando a glória de Deus, e não uma vantagem. Tem gente que vive fazendo uma espécie de barganha com Deus.

ENFOQUE – Em sua opinião, o crente pode perder a salvação?
SHEDD – Biblicamente, não. Mas o que ele mesmo pode demonstrar é que nunca foi realmente salvo. Para nós, salvação é uma decisão inicial. A Bíblia ensina a salvação como algo que começa com uma matrícula chamada batismo. E pelo resto da vida você continua aprendendo. Se alguém não aprende, mostra que não se entregou. Então a decisão foi falsa.

ENFOQUE – Há tantas pessoas que estiveram por tanto tempo na igreja, comprometidos com Deus e não estão mais. O que dizer sobre isso?
SHEDD – Talvez estivessem ali por ansiedade, medo, circunstâncias, conveniência. Talvez por uma tentativa de ver se Deus iria lhes dar algum benefício que tanto queriam. Não estavam pensando em Deus, mas em si mesmos.

ENFOQUE – Que modismos vieram e se foram em todos esses anos?
SHEDD – Boa pergunta. Tem tanta coisa que veio e ficou, tantas que não existem mais. Hoje não se cantam mais hinos, não se faz mais os cultos de quarta-feira nas igrejas. A Escola Bíblica Dominical também está fora de moda. Começou em 1800 e está acabando. Muitos sentem falta dessas coisas. Há outras coisas que não sei se podemos chamar de modismo, mas já tivemos os milagres dos dentes de ouro e das folhas que brilhavam como fogo sob o frio de reuniões de oração nos montes. Ninguém fala mais disso.

ENFOQUE – E o que acha de manifestações como essas?
SHEDD – Acho legítimas, saudáveis, reais. Porque algumas desapareceram, eu não sei. Mas creio que foram, no geral, manifestações angelicais, embora outras tenham sido demoníacas. A Bíblia diz que os demônios fazem as mesmas coisas que os anjos, só que eles não estão servindo a Deus, estão servindo ao seu deus. Demônios também fazem cura. Mas essa manifestação de cura vem para confundir ou para que as pessoas, de uma forma indireta, glorifiquem o demônio.

ENFOQUE – O que fazer para que as pessoas leiam mais a Bíblia, já que hoje existem tantos recursos, como comentários e versões?
SHEDD – O mais importante de tudo é uma tradução que o povo entenda. Essa é uma das vantagens da Bíblia que possui linguagem contemporânea. Outro ponto para tornar a Bíblia mais interessante é mostrar que ela soluciona os problemas. A gente tem problemas, mas não sabe que a Bíblia tem a solução. A questão é que não basta ler, mas seguir.

ENFOQUE – O que acha de uma certa “rejudaização” que acontece em algumas igrejas?
SHEDD – É uma prática que não vai ajudar. Sou contrário a elas. Com o Novo Testamento aconteceu o fim da lei, o fim de todas aquelas práticas do Velho Testamento. Por que voltar para trás, para o que existia antes de Cristo? Voltar é perder o próprio Cristo, que veio para o novo.

ENFOQUE – Como tem avaliado o nível dos pastores de hoje?
SHEDD – Eles precisam realmente estudar a Palavra, usar os argumentos que estão na Palavra. Enfim, a Palavra deve entrar na cabeça do pregador, que precisa ter a mente de Cristo.

por Virgínia Rodrigues

Fontes:
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Pregue, e se for preciso, use palavras.


(Agostinho)



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Eu me rendo...

Relembrando tempos bons que passaram com pessoas especiais, sem citar nomes para não falhar aí está uma música que marcou.

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terça-feira, 10 de março de 2009

Te desafio....

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